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APPs educativos, celulares e a sala de aula

É fato que a educação nunca teve tantas ferramentas a favor da aprendizagem quanto os dias atuais. Neste sentido, os aplicativos educacionais para smartphones vêm se destacando cada vez mais, ampliando muito as formas diferenciadas de estudo dos alunos do Ensino Básico. Professores e gestores mais conectados com essa nova geração Z percebem que as novidades tecnológicas podem melhorar gradativamente o desempenho dos estudantes, tornando o ensino mais interessante e prazeroso.

 
São atividades com gamificações, desafios, análises instantâneas dos resultados e videoaulas objetivas que tornam vários temas trabalhados em sala muito mais fáceis de ser compreendidos. Estes são alguns exemplos que fazem parte da grande diversidade de ferramentas que podem ser acessadas pelos celulares. Outro fato que devemos levar em consideração é a participação destes dispositivos na vida das pessoas. A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) contabilizou, só em março de 2017, 242,8 milhões de celulares, ou seja, há cerca de 117 celulares para cada 100 brasileiros.

 
Outra evidência que demonstra o espaço que os aplicativos estão ocupando na escola, principalmente, no Ensino Médio, é a revisão da lei 14.636/2008 que proíbe o uso dos celulares nas salas de aula em Santa Catarina. Para muitos, a referida lei está ultrapassada e como cita a professora do Observatório de Prática Escolares da Udesc, Geovana Mendonça Lunardi Mendes, em matéria publicada no Jornal de Santa Catarina (10/03/2017): “o celular, assim como outros equipamentos tecnológicos, tem um excelente potencial pedagógico e em vários países do mundo o uso é recorrente e produtivo”. Sendo assim, não explorar os smatphones pedagogicamente é trilhar na contramão daquilo que parece ser um dos maiores aliados para avançarmos na educação do século 21.

Wilson Fernandes - STUDOS

COO & CO-FUNDADOR DA STUDOS

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