Da paixão pela tecnologia e educação para o mercado mundial: conheça Ferla e o DOT digital group

 Após capacitar mais de 5 milhões de pessoas, o DOT expande para o mercado internacional.

“Bem-vindo ao futuro”, é primeira frase que aparece em destaque quando acessamos o site do DOT digital group. Com uma lista extensa de prêmios recebidos no Brasil e no exterior, a plataforma já capacitou mais de 5 milhões de pessoas, somando as áreas de educação corporativa e educação formal. A expectativa, de acordo com Luiz Alberto Ferla, CEO e fundador do DOT digital group, é de que esse número dobre em 5 anos com o crescimento desse mercado.

Ferla, que é administrador e engenheiro, conta que sempre foi um apaixonado por tecnologia e os avanços que ela proporciona para a humanidade. Na década de 90, quando a informática e a internet começaram a se popularizar, ele começou a pensar muito no potencial dessas ferramentas para impulsionar a educação brasileira. Foi a partir deste desejo que surgiu o grupo DOT, em 1996.

Em 2018, Ferla assumiu o desafio de internacionalizar a plataforma. Hoje, já estão presentes em Portugal e, recentemente na China, onde acaba de voltar de uma exposição internacional.

Conheça a história de Ferla e do grupo DOT, que exala paixão pela educação e tecnologia.

Foto: Rogério Amendola

 

Como surgiu o DOT digital group?

A história do DOT digital group começou em 1996. Na época, eu fazia mestrado em Planejamento Estratégico no Departamento de Engenharia de Produção da UFSC e lembro de ter lido a célebre frase de Bill Gates “vou colocar um computador em cada mesa de trabalho e em cada casa”.

Parei para refletir sobre a declaração dele e em todas as implicações que esse novo equipamento doméstico traria para a vida das pessoas. Foi a inspiração para eu criar o Instituto de Estudos Avançados (IEA), pensando no ensino a distância como uma ferramenta para difundir conhecimento. Depois, fui criando outras empresas, todas na área de EdTech (Education Technology) e MarTech (Marketing Technology), com foco no desenvolvimento de sistemas tecnológicos que contribuem tanto para estruturar o conhecimento quanto para fazê-lo chegar às pessoas de forma rápida e eficiente. Para abrangê-las e atuar no mercado nacional e internacional, em 2013 criamos a holding DOT digital group.

Hoje, o grupo conta com 300 colaboradores atuando na sede em Florianópolis e escritórios em Brasília, São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte. Recentemente começamos nosso processo de internacionalização e já temos um escritório em Portugal e estamos montando nossa operação no mercado chinês. Motivados pela excelente experiência de participação na Exposição Internacional de Importações da China, no início de novembro, a qual integramos uma missão empresarial organizada pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), voltamos ao Brasil com alguns projetos que devem ser executados para este mercado.

Foto: Rogério Amendola

 

Conte sobre a missão, visão e valores do grupo:

Nós trabalhamos para que nossos clientes alcancem seus objetivos estratégicos por meio de ferramentas de EdTech e MarTech. Para isso, nosso time está sempre antenado com o que há de mais avançado no mundo para impressionar o cliente e, principalmente, o cliente do cliente: os usuários finais dos nossos produtos e serviços. Temos consciência de que para ensinar, precisamos antes aprender. Sabemos também que precisamos também jogar aberto e limpo com nossos parceiros. No momento, nossa visão é “ser referência em soluções de tecnologia para a educação na América Latina”.

 

Atualmente qual é o carro-chefe do DOT?

Em termos de mercado, nosso foco é EdTech. Acreditamos muito no presente e no futuro desse segmento e também no potencial do que fazemos no DOT. Com relação aos produtos, hoje apostamos em duas ferramentas que podem ser customizadas dependendo dos objetivos do cliente. Uma delas é o StudiOn, plataforma que divide o conteúdo em módulos em formatos variados como vídeos e games. É ideal para empresas que queiram implantar um projeto de formação continuada. A outra é o Pronto Mobile, que segue a tendência do microlearning. Curtos e objetivos, os conteúdos podem ser acessados via celular ou tablet, trazendo mais flexibilidade e engajamento.

Foto: Rogério Amendola

Qual é o mercado de atuação do DOT?

Atuamos em duas áreas: EdTech e MarTech.

No mercado de tecnologia para educação, desenvolvemos ferramentas customizadas tanto para o segmento de educação corporativa – por exemplo uma empresa que precisa treinar seus colaboradores ou revendedores – quanto para o segmento de educação formal, com foco em instituições de ensino que têm cursos a distância. Entre nossos clientes estão Natura, Honda, Tivit, Engie, Copel, C&A, Algar Tech, Fujitsu, SGS, Santander, World Bank, CNI, CNA, Sebrae e Senar.

Na área de tecnologia em marketing, usamos ciência de dados e Big Data para desenvolver ações de inteligência em inúmeros projetos, como marketing direto, comunicação digital, monitoramento de marcas e redes sociais, aquisição de clientes, entre outros. Algumas ferramentas são utilizadas em parceria com a área de EdTech, por exemplo, análises estratégicas para empresas e instituições de ensino que têm metas desafiadoras na aquisição de clientes e alunos.

O DOT iniciou 2018 o seu plano de internacionalização. Vocês já estão em Portugal e na China, como são essas frentes?

Em Portugal fizemos uma parceria com um grupo português, a Vantagem+, que possui mais de 20 anos de atuação no mercado de capacitação corporativa presencial. É a nossa porta de entrada para o mercado europeu. Na China, estive no país no mês de novembro para participar da China International Import Expo (CIIE 2018), em Shangai. O DOT foi convidado pela Apex Brasil para ter um estande na feira. Além da feira, fiz reuniões com vários grupos asiáticos, inclusive com a gigante do e-commerce Alibaba Group e empresas em Hong Kong e Singapura. Foram três semanas intensas e  muito produtivas. Muitas empresas nos visitaram no estande e mostraram interesse em representar o DOT na China. Ficou claro que o Brasil precisa diversificar a sua pauta exportadora no mundo inteiro, apostando em produtos com maior valor agregado, como da área de tecnologia, e mais competitivos, especialmente do agronegócio.

Como as soluções DOT foram recebidas no mercado da China?

A receptividade foi além de nossas expectativas. Percebemos o quanto nossos produtos são competitivos mundialmente. Muitas pessoas nos visitaram no estande querendo nos representar, propondo parcerias conosco na China pelo simples fato de que não encontram nada igual ao que estamos oferecendo. A China tem 1,4 bilhão de pessoas, um mercado consumidor enorme para todo tipo de produto. Nesse meio, há muitos jovens, das gerações Millenium e Z, que buscam capacitação para se aprimorar:  um mercado gigante para o DOT. Nós esperamos conquistar um pedaço desse público que utiliza muito a internet, navega bastante em seus aparelhos celulares e precisa de muita informação e capacitação.

Você sempre se imaginou um empreendedor em educação?

Eu sempre me imaginei empreendendo. A área de educação veio com o meu olhar para as oportunidades. Mas confesso que é uma área extremamente satisfatória. No DOT falamos sempre sobre isso com nossos colaboradores, da importância da missão que atuamos diariamente, levar educação para as pessoas.

Foto: Rogério Amendola

 

O que você espera para o futuro com o DOT?

Já são 22 anos de DOT digital group. A cada ano percebo como avançamos em vários aspectos: tecnologia, pessoas, comunicação com o mercado, enfim, vejo uma empresa madura, crescendo e valorizando cada vez mais as pessoas que trabalham nela e que também compram nossos serviços e produtos.

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